terça-feira, 1 de abril de 2008

Gerente de discoteca analisa noite da Gata

Na semana da Gata na Praia os negócios relacionados com o álcool são dos mais rentáveis. Porém, este ano, o movimento na discoteca e bares oficiais do evento foi mais reduzido. Quem o diz é José de Sousa, gerente dos três espaços situados perto da Praia da Rocha e com protocolo com a AAUM. “Este ano está muito mais fraco que no ano passado, em todos os aspectos. As pessoas consomem menos e não se vê o mesmo espírito de amizade e união”, notou o gerente.

A principal causa apontada para esta redução no consumo é a condição em que os estudantes chegam aos bares e discoteca. “O pessoal já vem muito bêbado do hotel”, afirma Sousa. “A redução de preços nas bebidas é questionável”, no entender do gerente, para os participantes da Gata, “mas entendo que deva ser assim”.

O gerente dos três espaços de diversão nocturna ganha em aderir a este evento, na opinião dele, “o dar a conhecer a Praia da Rocha, a cidade e os meus bares a todos os participantes, para que quando voltem, os procurem de novo”.

Se os bares, por volta das 2 horas, já juntavam grupos numerosos de estudantes, a discoteca só enchia por volta das 4h. Este cenário tornou impossível cumprir a exigência da AAUM de que a mesma fecharia às 6 horas, para todos puderem descansar para as tardes desportivas. Por vezes, eram 8 horas e a discoteca ainda estava cheia.

A música, sempre que possível, adequou-se ao tema da festa e ficou, na maior parte das vezes, a cargo do DJ Bola, elemento da AAUM, com jeito para misturar sons.

Todos os dias, ou melhor, noites, numa cooperação entre a discoteca e o staff, organizaram-se festas temáticas. Eis a lista, por ordem cronológica, Festa 80’s, Festa do “Vai haver?”, Festa Look, Festa Branca e, a última, a Festa Havaiana.

Bom ou mau, o certo é que o negócio da noite é para muitos a principal atracção nesta semana de euforia e a fatia maior do bolo das despesas dos estudantes minhotos.

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