Apesar do limite de vagas este ano ter aumentado em duas equipas, em relação às edições anteriores, os lugares não foram preenchidos. Apesar dos testemunhos de quem já participou na Gata serem categóricos “tão cedo não se esquece uma semana como aquela”, o certo é que este ano a actividade não teve lotação esgotada.
O Bloco100notas contactou alguns estudantes que este ano optaram por não viajar para Portimão, para saber motivos, opiniões e pensamentos.
A aluna do Mestrado de Marketing e Gestão Estratégica, Teresa Casanova, este ano fez outra opção. “Já fui dois anos seguidos à Gata. Optei, este ano, por outro tipo de viagem e não dava para fazer as duas coisas”, afirma. O mesmo motivo é apresentado por Chalana Barroso, do 3º ano de Relações Internacionais. “Já fui o ano passado e tenho outra viagem combinada”, esclarece.
A estudante romena do curso de Línguas e Literaturas Estrangeiras – Português/Alemão, Alina Iaco, em Portugal ao abrigo do programa Erasmus, não foi mas alguns amigos sim. “Os meus amigos que foram gostaram muito. Eu não fui porque estive em Espanha nessa semana. Mas não estou arrependida, gostei da viagem que fiz”. Barroso pensa da mesma forma. “Já conheci o ambiente que lá se vive e apesar de grande parte do meu grupo de amigos ter ido, já vivi uma vez a Gata e para mim chega!”, aponta. Aliás, para Barroso, o espírito da Gata na Praia “pode ser vivido às terças e quartas em Braga. Se o grupo tiver vontade faz-se a Gata aqui”!
Então e para o ano? Casanova é peremptória, “sim, para o ano gostava de voltar”. Barroso espera “voltar, mas sendo como antigo estudante”. Iaco, regressa à Roménia no final do ano lectivo, onde outras actividades decerto a esperam.
Sobre o número de vagas não ter sido completamente preenchido, escute o que Carlos Araújo, vice-presidente do departamento desportivo da AAUM, tem a dizer.
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