Algo não estava certo na noite de 10 para 11 de Março nos campi da Universidade do Minho (UM). Cerca de 400 alunos acampavam no exterior dos edifícios que contém o Gabinete de Apoio ao Aluno. O motivo? “Uma vaga para a edição deste ano da Gata na Praia”, afirmavam os aventureiros.
A odisseia para garantir uma vaga na Gata na Praia, um dos eventos com maior prestigio organizado pela Associação Académica da Universidade do Minho (AAUM), começou às 8h30 de dez de Março, mais de 24h antes do início das inscrições. Os primeiros a chegar foram Pedro Alves e André Dias, alunos de Administração Pública e repetentes no que à Gata na Praia diz respeito. O presidente da AAUM, Pedro Soares, lamentou que essa situação ocorre-se "mas nada posso fazer", exclamava, olhando para os estudantes.
Ouça o que Pedro Soares afirmou através podcast.
Alves e Dias encarregaram-se de montar o esquema que coordenou o processo de inscrições até à abertura das mesmas. Uma chamada de hora em hora de todas as equipas foi o modelo escolhido por considerarem ser “um método simples e justo para todos”.
Se passar uma noite ao relento por um lugar na Gata parece estranho, para muitos esta é a melhor noite da Gata na Praia. Ao som de guitarras, djambés e cânticos mais ou menos afinados, os estudantes animavam-se, lutando contra o frio que se fez sentir. Os seguranças apreciavam a inesperada companhia. Sobre a confusão instalada Soares garantiu que os seguranças tinham sido avisados sobre a pernoita dos estudantes e até os responsáveis da limpeza forma chamados mais cedo, na manhã do dia 11.
Ouça o que Pedro Soares afirmou através podcast.
Ainda assim, há quem tenha encontrado outras formas de responder à chamada. Ana Catarina Miranda, do segundo ano de Psicologia integrava a equipa 40 da lista, mas passou a noite em casa. “Fizemos um acordo com os rapazes. As raparigas cozinham na Gata e eles passam lá a noite”, explicou. Sobre o evento, espera que seja “inesquecível. Toda a gente diz que é uma experiência única”, perspectivou esta caloira da Gata.
As opiniões de quem já passou pela Gata na Praia são sempre positivas. Os alunos que se encontram cá de Erasmus ouviram e ficaram seduzidos pelo sol de Portimão. A aluna alemã do 3º ano de Relações Internacionais, Sadaf Wahabzada, embarcou nesta aventura esperando “conhecer muitas pessoas novas, muito sol e muita diversão”. Sobre o processo de inscrições reconhece nunca ter passado por nada parecido. “É uma experiência engraçada, gosto porque fortalece a união de grupo.”
Dia 24 a Gata partiu rumo a Portimão e Dias assegurou, “não trocava nem por quinze dias no Brasil”. Os estudantes afirmavam que o espírito da gata começou naquela noite. Pedro Soares corroborou esta ideia.
Ouça o que Pedro Soares afirmou através podcast.
A odisseia para garantir uma vaga na Gata na Praia, um dos eventos com maior prestigio organizado pela Associação Académica da Universidade do Minho (AAUM), começou às 8h30 de dez de Março, mais de 24h antes do início das inscrições. Os primeiros a chegar foram Pedro Alves e André Dias, alunos de Administração Pública e repetentes no que à Gata na Praia diz respeito. O presidente da AAUM, Pedro Soares, lamentou que essa situação ocorre-se "mas nada posso fazer", exclamava, olhando para os estudantes.
Ouça o que Pedro Soares afirmou através podcast.
Alves e Dias encarregaram-se de montar o esquema que coordenou o processo de inscrições até à abertura das mesmas. Uma chamada de hora em hora de todas as equipas foi o modelo escolhido por considerarem ser “um método simples e justo para todos”.
Se passar uma noite ao relento por um lugar na Gata parece estranho, para muitos esta é a melhor noite da Gata na Praia. Ao som de guitarras, djambés e cânticos mais ou menos afinados, os estudantes animavam-se, lutando contra o frio que se fez sentir. Os seguranças apreciavam a inesperada companhia. Sobre a confusão instalada Soares garantiu que os seguranças tinham sido avisados sobre a pernoita dos estudantes e até os responsáveis da limpeza forma chamados mais cedo, na manhã do dia 11.
Ouça o que Pedro Soares afirmou através podcast.
Ainda assim, há quem tenha encontrado outras formas de responder à chamada. Ana Catarina Miranda, do segundo ano de Psicologia integrava a equipa 40 da lista, mas passou a noite em casa. “Fizemos um acordo com os rapazes. As raparigas cozinham na Gata e eles passam lá a noite”, explicou. Sobre o evento, espera que seja “inesquecível. Toda a gente diz que é uma experiência única”, perspectivou esta caloira da Gata.
As opiniões de quem já passou pela Gata na Praia são sempre positivas. Os alunos que se encontram cá de Erasmus ouviram e ficaram seduzidos pelo sol de Portimão. A aluna alemã do 3º ano de Relações Internacionais, Sadaf Wahabzada, embarcou nesta aventura esperando “conhecer muitas pessoas novas, muito sol e muita diversão”. Sobre o processo de inscrições reconhece nunca ter passado por nada parecido. “É uma experiência engraçada, gosto porque fortalece a união de grupo.”
Dia 24 a Gata partiu rumo a Portimão e Dias assegurou, “não trocava nem por quinze dias no Brasil”. Os estudantes afirmavam que o espírito da gata começou naquela noite. Pedro Soares corroborou esta ideia.
Ouça o que Pedro Soares afirmou através podcast.
Sem comentários:
Enviar um comentário