terça-feira, 1 de abril de 2008

Dia 1 – Universidade do Minho invade Portimão

“Nunca mais chegamos!”
Faltava pouco para as 7h quando, de Braga, arrancaram os dez autocarros que transportavam a comitiva da VII Gata na Praia rumo a Portimão. Os estudantes anteviam uma semana recheada de desporto, convívio e acima de tudo, diversão.

A longa viagem para Portimão é, à partida, uma das partes menos divertidas da semana. Foram cerca de nove horas de viagem, com paragens em apenas duas ocasiões em estações de serviço. Nesses momentos propícios para “esticar as pernas”, os estudantes tiveram oportunidade de tomar o seu pequeno-almoço e almoço, respectivamente.

Para a maioria dos viajantes a viagem acabou por não ser tão longa como o esperado. Apesar disso, os autocarros ficaram aquém das expectativas. A caloira de Ciências de Comunicação, Ana Márcia Bornes, queixou-se que “os autocarros eram muito apertados. A viagem até não foi longa, mas nestes autocarros cheguei mesmo muito cansada.” O aluno do quarto ano de Gestão, João Monteiro, partilhava da sua opinião. “Não sei como eram os outros, mas no meu estava muito calor. Era pouco confortável”.

Em Portimão, instalados numa unidade hoteleira próxima da praia da Rocha, os estudantes minhotos tinham opiniões diferentes. Se para Bornes o hotel foi “cinco estrelas. Só pelas condições do hotel já valeu a pena ter vindo” para Monteiro não. Fazendo notar o estatuto de repetente na Gata, o aluno de Gestão participava pelo quarto ano, comparava a situação desde ano com a de anos transactos. “Em todos os outros anos fiquei num T1. Neste, a equipa foi dividida em dois quartos. Esta situação não me agradou”, protestou. O aluno exemplificou outros problemas. “Para a equipa comer junta tivemos de transportar pratos e mesas de um quarto para o outro. Não digo que esteticamente o hotel não seja bonito, mas é pouco funcional”, finalizou.

Após todos devidamente instalados, esperava os estudantes uma festa “Anos 80”, na discoteca oficial do evento. A anteceder a festa haviam programas preparados para os estudantes em bares com protocolos com a AAUM. No entanto, a afluência a estes bares não foi muita. Houve até quem não saísse do hotel. Bornes foi um desses casos. “Não consegui sair do hotel. Não estava em condições. Mas quem foi à festa diz que não achou nada de especial”, declarou. Para Monteiro, “a noite aqui é sempre fixe, independentemente do tema. Foi muito divertido, mas acho que as pessoas nem aderiram muito ao tema, a nível de vestuário, pinturas e essas coisas”.

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